segunda-feira, 18 de março de 2013

PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF EM ROMA.


Jamil Chade – ENVIADO ESPECIAL / CIDADE DO VATICANO
ROMA – A presidente Dilma Rousseff desembarcou neste domingo, 17, em Roma, onde irá assistir à missa inaugural do pontificado do papa Francisco, na próxima terça-feira.  Ela está acompanhada pelos ministros Antonio Patriota, Gilberto Carvalho e Aloisio Mercadante. A presidente evitou os jornalistas e saiu por uma porta lateral do hotel onde está hospedada para fazer turismo em Roma com seus ministros. O Planalto não divulgou o local da visita já que se trata de uma agenda privada.
A missa inaugural deve ser vista por mais de 150 autoridades de todo o mundo. Hoje, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, também desembarca em Roma e será a primeira a ser recebida pelo papa, já amanhã para um almoço.
Dilma teria um breve encontro com Francisco na terça-feira, após a missa. O papa deve convidar à presidente à Jornada Mundial da Juventude, que ocorre no Rio de Janeiro e deve atrair 2 milhões de pessoas em julho.
Roma começa a se transformar em uma cidade sitiada por seguranças, diante do desembarque de presidentes, chefes de estado, ministros e autoridades de todo o mundo. No hotel onde Dilma está hospedada – o luxuoso Excelsior – ficará também o vice-presidente dos EUA, Joe Biden.
A presidente brasileira deverá ter um encontro amanhã com o presidente italiano, Giorgio Napolitano – já de saída.
Dilma foi obrigada a cancelar uma agenda que teria em Salvador para viajar para Roma. Ao chegar ao hotel, a presidente não deu declarações.
‘Deus jamais se cansa dos pobres e do perdão’, diz papa Francisco

domingo, 17 de março de 2013

GOVERNADORA ROSALBA CIARLINI APOSTA NAS PARCERIAS COM O GOVERNO FEDERAL.

Rosalba: “Se for o melhor para o país, apoio a reeleição de Dilma”

rosalba TN
Segundo a Tribuna do Norte, a governadora Rosalba Ciarlini aposta nas parcerias com o Governo Federal para executar, neste ano, obras de infraestrutura no Rio Grande do Norte. Ela afirma que, nos dois primeiros anos da administração, as dificuldades financeiras, combinadas com a ausência de projetos foram os principais entraves para firmar os convênios que garantem investimentos ao Rio Grande do Norte. Na lista de obras que a governadora Rosalba Ciarlini apresenta nesta entrevista, a maioria envolve construção ou melhorias em estradas, reforma de aeroportos regionais, construção de barragens, instalação de adutoras e redes de saneamento básico. Em Natal, estão alguns destes principais investimentos, como a ampliação da rede de coleta de esgoto para 80% das residências.
Ao responder sobre as reclamações de aliados e as perspectivas para 2014, a governadora evita tratar de detalhes sobre as articulações em andamento. Ela afirma que a falta de diálogo apontada por alguns políticos da base aliada pode ter ocorrido, em algum momento, porque o Governo exige dedicação às questões administrativas. Rosalba Ciarlini também vê com normalidade e rotina as conversas sobre sugestões para o secretariado. A governadora observa que não é o momento de pensar ou conversar sobre uma possível candidatura à reeleição. Mas, apesar de ser a única governadora do DEM, ao responder sobre o relacionamento administrativo e político com a presidenta Dilma Rousseff, admite apoiar a candidatura da petista à reeleição.

quarta-feira, 13 de março de 2013

DEPUTADOS APROVAM URGÊNCIA PARA ACELERAR VOTAÇÃO DO PROJETO DE COMBATE ÀS DROGAS.



O presidente da Frente Parlamentar Mista de Combate ao Crack, deputado federal Fábio Faria (PSD-RN), comemora a aprovação no Plenário da Câmara do pedido de urgência de votação da Lei do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (SISNAD). O texto é resultado de um trabalho feito pela Comissão Especial, que durante três anos, realizou audiências públicas em vários estados e ouviu especialistas para formular uma política nacional que possa ajudar a diminuir o sofrimento dos usuários e familiares.
Fábio Faria, 2º. vice-presidente da Câmara, que integrou a Comissão e associou a esta as ações da Frente Parlamentar, destaca que o texto procura dividir a responsabilidade entre todos os entes Federados. A União é a responsável pela Política Nacional e colaboração financeira, os estados pelo acolhimento e os municípios pela prevenção.
“O projeto também trata da repressão ao aumentar a pena para os traficantes de drogas com maior poder de dependência e de reinserção social ao reservar vagas em cursos profissionalizantes e em contrato de obras públicas para os dependentes inseridos nos programas de reabilitação”, informa o parlamentar.
Com a aprovação do requerimento de urgência, a expectativa é que a matéria seja votada no fim deste mês. Fábio Faria também sugeriu ao seu partido, o PSD, que crie um grupo de trabalho para acompanhar a execução dos programas de combate às drogas definidos pelo governo.

PROCON- RN.

Procon fecha Insinuante, Casas Bahia, Rabelo e Magazine Luiza no Alecrim por irregularidades

O Procon Municipal abriu ontem o Calendário Anual de Fiscalização, o Alecrim foi o primeiro bairro escolhido para começar a fiscalização.
Loco no primeiro dia de abordagens no comércio de rua, quatro grandes lojas do ramo de eletrodomésticos foram autuadas e tiveram que fechar as portas durante algumas horas.
Insinuante, Casas Bahia, Rabelo e Magazine Luiza foram fechadas por irregularidades e só puderam reabrir após cumprirem as determinações do Procon.
Nas quatro empresas faltavam os preços dos produtos, cartazes e etiquetas com as condições de pagamento, exemplares do Código do Consumidor, e o contato e o endereço do Procon nos cupons fiscais, como determina a legislação municipal.
O Procon espera que as redes entrem com recurso no prazo de 10 dias, a contar da data da autuação, para avaliar o recurso, e definir o valor da multa.
O Procon continua até o fim da semana com o Calendário Anual de Fiscalização. Fonte: BG.

terça-feira, 12 de março de 2013

HENRIQUE EDUARDO ALVES- PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS.

“No mês de março a coisa caminha ou é esquecer de novo”, diz Henrique Alves

henrique TNO presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves (PMDB), afirmou que o governo Rosalba Ciarlini tem até o fim do mês para rever seus métodos ou perderá os apoios políticos que ainda tem. “Acho que no mês de março a coisa caminha ou é esquecer de novo. Tenho expectativa de que isso possa caminhar, e a gente possa chegar a um entendimento”, frisou em entrevista coletiva concedida ontem em Natal.
O peemedebista deu a entender que o rompimento só não se concretizou na reunião do dia 25 de fevereiro porque a governadora mostrou-se disposta a ceder. “Naquela reunião houve o entendimento de que era preciso a governadora abrir o seu grupo. Na nossa avaliação o governo é muito isolado, muito distante da base. Não é um governo com base política consolidada. A governadora admitiu isso e abriu-se para um diálogo novo”, relatou.
D’O Mossoroense

CARDEAIS SE DIVIDEM EM QUATRO CORRENTES.


                                        

Duas pró-Cúria e duas por reformas, elas terão de buscar apoio para emplacar papa                   

CIDADE DO VATICANO  - Num cenário político bizantino, os 115 cardeais entram hoje para o conclave profundamente polarizados, divididos e irão às urnas em uma eleição aberta. Fontes próximas aos cardeais confirmaram ao Estado que existem pelo menos quatro grupos atuando nos bastidores para que suas visões prevaleçam. Mas todos admitem que, ao contrário do conclave de 2005, não há um franco favorito. De um lado, dois grupos que se apresentam como espécies de partidos da situação, enquanto outros dois clamam por maior transparência, maior eficiência na gerência da Igreja e uma espécie de modernização na gestão pontifícia.
"Não há um debate sobre doutrina ou sobre fé", indicou um assessor de um cardeal de peso no Vaticano. "A Igreja hoje está falando com a mesma voz no que se refere à religião. É sua administração que está dividindo os cardeais", acrescentou.
Mas, para observadores em Roma, com o elemento religioso fora da campanha, é mesmo a disputa política que ganhará espaço de honra na Capela Sistina. Ontem, no último dia de reuniões, o número de cardeais que pediu para falar sobre o que esperavam do próximo papa era tão grande que nem todos puderam fazer suas intervenções.
Parte deles deixou claro que considerava que o debate deveria continuar. Mas a Cúria deu por encerradas as discussões. Assessores admitiram que isso era um sinal de que nem tudo está resolvido e que o pleito está aberto.
"No último conclave, havia um homem com uma estatura três ou quatro vezes maior que a dos demais cardeais", disse o cardeal francês Philippe Barbarin, em referência a Joseph Ratzinger. "Desta vez não é o caso. A escolha terá de ser feita entre um, dois, três, quatro, uma dúzia de candidatos", insistiu. "Não sabemos ainda de nada. Vamos ver o que sairá da primeira votação."
Primária. Nos últimos dias, Roma foi tomada por reuniões secretas de diferentes grupos, mobilizando forças para justamente permitir que seus candidatos descubram hoje se têm ou não apoio suficiente para continuar na batalha. Na tarde de hoje, a primeira votação servirá como uma espécie de primária. Diante da proliferação de nomes que podem atrair votos, quem não se sair bem na primeira votação será na prática eliminado.
Não por acaso, a meta dos grupos ontem era o de costurar os últimos apoios para garantir a sobrevivência de seus candidatos para os próximos dias.
Um dos grupos de maior peso é o que poderia ser chamado de "pró-Cúria", com o apoio de alguns dos principais príncipes do Vaticano que já estavam no poder durante a gestão do secretário de Estado, Tarcisio Bertone. O grupo, porém, queimado diante dos escândalos e da própria renúncia de Bento XVI, foi obrigado a buscar nomes de fora para atrair eleitores.
Um deles é de d. Odilo Scherer, afinado com as posições da Cúria. Ele atenderia a dois critérios: é o homem de confiança de um grupo no poder e, ao mesmo tempo, renovaria a imagem da Igreja ao se tornar o primeiro papa de fora da Europa em 1,3 mil anos. Jornais italianos apontam que o brasileiro já poderia ter numa primeira votação entre 20 e 30 votos.
Mas nem o grupo do establishment da Igreja estaria unido. Parte dele, liderado pelo secretário de Estado, Tarcisio Bertone, defende a volta de um italiano para o comando da Santa Sé, depois de mais de 30 anos nas mãos de "estrangeiros". Um dos nomes seria o de Giancarlo Ravasi, o poderoso ministro da Cultura da Santa Sé. Mas não se descarta que o arcebispo do Sri Lanka, Malcolm Ranjith, possa ser uma alternativa se não houver uma sintonia entre os italianos.
Oposição. Do outro lado está a oposição que clama por uma reforma da administração e uma nova imagem de maior transparência na Igreja. O problema, segundo fontes no Vaticano, é que o único ponto em comum é o desejo de derrubar o grupo no poder. "Não há um nome único da oposição que atraia a atenção de todos", disse uma fonte.
Ironicamente, o representante da oposição considerado como tendo maiores chances é um antigo aliado de Bento XVI, o poderoso arcebispo de Milão, Angelo Scola. Antes de renunciar, o papa chegou a dar sinais de que Scola seria seu candidato. Ele tem o apoio de outros cardeais italianos - mas nem todos.
"Scola é moderno, mas não progressista", insistia ontem Marco Politi, vaticanista italiano, cada vez que alguém tentava rotular Scola como um reformista. Mas parte da delegação americana também estaria inclinada a votar nele, desde que adote posições claras pró-transparência. Jornais italianos chegaram a apontar que o arcebispo de Milão poderia somar até 40 votos já na primeira rodada de votação.
Até a tarde de ontem, a prioridade de seu grupo de apoio era o de atrair o voto de cardeais independentes e descontentes com a atual Cúria. O problema é que nem todos estão convencidos de que Scola representaria de fato uma renovação da Igreja e que adotaria medidas drásticas de reformas.
Não por acaso, grupos debateram nos últimos dias nomes alternativos de oposição. São pessoas que não se alinham com o grupo pró-Cúria e nem com Scola. Mas ainda assim teriam o apoio de vários descontentes.
A lista, neste caso, é ampla e iria desde o canadense Marc Ouellet, passando pelo ganense Peter Turkson, os cardeais americanos Sean O'Malley e Timothy Dolan, o filipino Luis Antonio Tagle, o húngaro Péter Erdo e mesmo o brasileiro João Aviz. "A Cúria precisa de uma revolução", declarou o cardeal alemão Walter Kasper. "Precisamos de reforma e transparência", disse.
Já o canadense Marc Ouellet poderia ainda ser um dos nomes fortes, representante de uma espécie de compromisso entre os diversos campos. Para ser eleito, o novo papa terá de acumular 77 votos, o que pode não ser uma tarefa simples diante das divisões. Se houver um impasse entre os grupos e se as votações se repetirem sem um claro avanço de um dos candidatos, cardeais poderão chegar à conclusão de que terão de abandonar seus preferidos para buscar um nome de consenso. O canadense, não por acaso, é visto como um dos favoritos justamente por fazer a ponte entre os grupos. /JAMIL CHADE

segunda-feira, 11 de março de 2013

ELEIÇÃO DO PRÓXIMO PAPA COMEÇA NESTA TERÇA- FEIRA.

Cardeais fazem última reunião oficial antes do início do conclave

Décima congregação geral começou às 9h30 (hora local) no Vaticano.
Eleição do próximo Papa começa nesta terça-feira (12).


Visão geral da área da Capela Sistina, onde os cardeais vão se reunir na terça-feira (12) para o conclave (Foto: Alessandra Tarantino/AP)Visão geral da área da Capela Sistina, onde os cardeais vão se reunir na terça-feira (12) para o conclave (Foto: Alessandra Tarantino/AP)
Os cardeais da Igreja Católica que estão em Roma iniciaram às 9h30 (5h30 no horário de Brasília) desta segunda-feira (11) a última congregação geral antes do início do conclave que elegerá o novo Papa. Durante toda a semana passada, os cardeais fizeram reuniões para discutir temas da Igreja e decidir detalhes sobre o conclave – como a data de seu início. A reunião desta manhã, a décima, será a última. Depois dela, os cardeais só irão se reunir novamente de maneira oficial durante a missa “pro eligendo romano pontífice”, que abrirá o primeiro dia do conclave.

Segundo o Vaticano, diversos cardeais se inscreveram para poder falar aos colegas na reunião desta manhã. Até o último sábado (9), mais de 100 intervenções já haviam sido feitas. Participam das congregações os cardeais eleitores – que são 115, todos com menos de 80 anos até a data de início da Sé Vacante, iniciada no dia 28 de fevereiro, com a saída de Bento XVI – e outros mais velhos, que podem atuar nesse período antes da eleição como conselheiros.Fonte: G1.